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O professor estuda | para aprender | que não deveria saber tanto.

A Importância do Ato de Escrever no Ensino de Língua Portuguesa

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Introdução

O presente trabalho tem por objetivo ressaltar a importância do ato de escrever no ensino da língua portuguesa na universidade, levando-se em consideração que a modalidade escrita é fundamental no exercício profissional de várias pessoas. Atualmente, exige-se do profissional redação própria, ou seja, a capacidade de passar para o papel seu trabalho ou de se comunicar com outras empresas a partir da modalidade escrita de forma clara. Contudo, é necessária muita leitura e conhecimento das possibilidades da língua, pois até mesmo um texto prosaico pode ser original, no sentido de passar a quem o lê a personalidade de quem o escreve.

No entanto, sabe-se que, para muitos, o ato de escrever não é agradável, pois a pouca ou total ausência da modalidade escrita foi uma das lacunas deixadas pelos ensinos fundamental e médio. Antes a ênfase nas nomenclaturas reduzia o espaço da interpretação, da leitura e da escrita, de forma que o aluno não conseguia, quando solicitado, utilizar os recursos gramaticais ensinados. Não cabe à universidade resolver as lacunas deixadas pelos ensinos fundamental e médio, mas sim despertar aqueles que têm dificuldade ao escrever, fazendo com que esses leiam, escrevam bastante e consigam, ao longo dos anos e com a prática, sanar esse mal da escrita. Para isso, a produção de textos deve fazer parte da rotina acadêmica. Após a leitura de um poema, de um trecho de um romance, de um texto científico, de uma reportagem, ou, até mesmo, após um debate, o educando sentir-se-á estimulado a elaborar um texto sobre o tema sugerido.

Com tudo isso, a importância deste estudo está ligada à possibilidade de orientar a organização de programas de língua portuguesa, no que diz respeito à relevância da produção de textos dentro e fora das aulas de redação. Assim, o presente estudo poderá ser aproveitado por professores de língua portuguesa, supervisores pedagógicos e pessoas responsáveis pela elaboração de currículos em nível de sistemas (particular, estadual e federal), visando ao melhor domínio da expressão escrita por parte dos alunos.

O Ensino Da Língua Portuguesa: O Ato De Escrever

O ensino de língua portuguesa já sofreu uma série de mudanças ao longo dos anos, mas, hoje, mais do que nunca, é preciso repensar o papel do ensino da língua na universidade, a fim de que se possa ter um profissional ciente das questões gramaticais que envolvem um texto e apto a escrevê-lo com coesão e coerência.

Para Feitosa (2000), "escrever é parte inerente ao ofício do pesquisador" e não costuma ser tarefa fácil para ninguém. Normalmente, as pessoas "sofrem" muito quando têm que colocar suas idéias no papel.

Parece que a primeira razão para esse "sofrimento" está naquilo que é, ao mesmo tempo, causa e efeito da crise em que se encontra a comunicação escrita: a pouca eficácia do ensino de redação nas escolas e a falta de treinamento específico para a redação científica, decorrentes de total desprestígio em que caiu a língua escrita como meio eficiente de comunicação. Hoje, "falam" os números, os dados estatísticos, as fotos, os gráficos, os VTs. (Feitosa, 1991, p.12 )
Não se pode esquecer de que , durante muitos anos, o ensino da língua não se destinou à produção, à leitura e à interpretação de textos, mas sim se limitou a exigir do aluno as nomenclaturas gramaticais, uma vez que essas eram, e continuam sendo, exigidas pelo vestibular e pelos concursos em geral. O resultado de tal postura foi um universitário que mal sabe escrever e, o pior, que pode passar quatro anos na universidade sem sabê-lo.

Atualmente, a sociedade exige do profissional, seja ele engenheiro, advogado, jornalista, dentista, analista de sistemas ou professor, a capacidade de passar para o papel todos os seus estudos, divulgando assim o seu trabalho. Para isso, é preciso alguns conhecimentos específicos da elaboração da redação e, o principal, exige de qualquer um muita leitura. Escrever significa comunicar-se e, todos sabem que, nas empresas e instituições a comunicação se faz, muito mais, através da modalidade escrita do que da oral.

Por outro lado, em inúmeras faculdades, o que se vê são pessoas, quase formadas, com dificuldade de escrever um texto. Esta dificuldade se explicita, quando o profissional tem de fazer uma pós-graduação, em que o exercício de escrita é uma constante; ou quando ele é solicitado a escrever um relatório, uma declaração, ou um outro documento na empresa. No momento em que estes questionamentos se colocam, pensamos por que estas pessoas, formadas por uma instituição, não conseguem escrever com certa tranqüilidade e atender às necessidades exigidas pelo mercado de trabalho ou pelas instituições de pós-graduação.

É importante esclarecer que o cerne do problema de se fazer uma boa redação não está diretamente ligado à universidade, e sim aos ensinos fundamental e médio. Contudo, este problema é levado até à faculdade e os docentes de língua portuguesa, matéria não encontrada em todas os cursos de graduação, não procuram, geralmente, fazer nada para sanar este "mal da escrita". Ao final do curso, o que se tem é um profissional incapaz de escrever bem o que aprendeu. Incapaz de dissertar com segurança gramatical e estrutural a respeito de um tema apresentado.

Não se pode deixar de lembrar que o estudo gramatical é importante para a elaboração de um "bom" texto. Assim, para se escrever "bem" o texto deve-se saber utilizar, corretamente, os sinais de pontuação, deve-se saber ortografia, acentuação; deve-se saber o uso da crase; deve-se fazer as concordâncias verbal e nominal; deve-se saber regências verbal e nominal; além de se fazer um texto com os dois elementos mais importantes: coesão e coerência. Sem estes dois elementos, o texto perde a intenção de comunicação, ou melhor, de intercomunicação.

Para BECHARA ( 2001) , o enunciado não se constrói com um amontoado de palavras e orações. Elas se organizam segundo princípios gerais de dependência e independência sintática e semântica, recobertos por unidades melódicas e rítmicas que sedimentam estes princípios. Dessa forma, entende-se que não é só escrever diversas frases e se ter um texto, mas é imprescindível unidade, é preciso que estas frases sejam coesas e coerentes e então somem um texto.

A essência do problema é verificar o ensino de língua portuguesa na universidade no que diz respeito à produção de textos, ou seja, mais especificamente, ao ensino de redação dissertativa objetiva na universidade.

A Língua como Expressão Simbólica

Para Celso Cunha, a língua "é um sistema gramatical pertencente a um grupo de indivíduos. Expressão da consciência de uma coletividade, a LÍNGUA é o meio por que ela concebe o mundo que a cerca e sobre ele age".

Pelo que se sabe, a língua apresenta variações diatópicas (variantes regionais, falares locais etc.), variações diastráticas (nível culto, nível popular, língua padrão, etc.) e variações diafásicas (língua escrita, língua falada, língua literária, etc.). Contudo, cabe perceber dentro dessas variações internas o contexto para a utilização da língua. Deve-se ter presente que "a língua padrão, por exemplo, embora seja uma entre as muitas variedades de um idioma, é sempre a mais prestigiosa, porque atua como modelo, como norma, como ideal lingüístico de uma comunidade". (CELSO, 1985)

Em contrapartida, a língua não é apenas um meio de comunicação, pois não vive só da função denotativa (informativa). Para Mikhail Bakhtin, Roland Barthes e outros, a linguagem escrita tem outra função grandiosa: a de transgredir a norma, o poder institucionalizado pela gramática, e tem como função maior a expressividade, como se pode constatar no trecho a seguir:

A lingüística do século XIX - a começar por W. Humboldt - , sem negar a função comunicativa da linguagem, empenhou-se em relegá-la ao segundo plano, como algo acessório; passava-se para o primeiro plano a função formadora da língua do pensamento, independente da comunicação. Eis a célebre fórmula de Humboldt: "abstraindo-se a necessidade de comunicação do homem, a língua lhe é indispensável para pensar, mesmo que estivesse de estar sempre sozinho". A escola de Vossler passa a função dita expressiva para o primeiro plano. Apesar das diferenças que os teóricos introduzem nessa função, ela, no essencial, resume-se à expressão do universo individual do interlocutor. A língua se deduz da necessidade do homem de expressar-se, de exteriorizar-se. A essência da língua, de uma forma ou de outra, resume-se à criatividade espiritual do indivíduo. (Bakhtin, 2000, p.291)
Assim como Bakhtin, Barthes atribuiu à língua uma função maior que a simplesmente de comunicar, viu na língua o "objeto em que se inscreve o poder", afirmando que "a linguagem é uma legislação" e "a língua é seu código". Continuou afirmando que "não vemos o poder que reside na língua porque esquecemos que toda língua é uma classificação, e que toda classificação é opressiva". Diz ainda que a língua é fascista, pois não impede o sujeito de dizer, mas obriga-o a dizer. Barthes vê a língua como símbolo do poder e objeto de alienação humana. Para ele, a literatura é a única forma de trapacear a língua. Vejamos o que o escritor entende por literatura:

Entendo por literatura não um corpo ou uma seqüência de obras, nem mesmo um setor de comércio ou de ensino, mas o grafo complexo das pegadas de uma prática de escrever. Nela viso, portanto, essencialmente, o texto, isto é, o tecido dos significantes que constitui a obra, porque o texto é o próprio aflorar da língua, e porque é no interior da língua que a língua deve ser combatida, desviada: não pela mensagem de que ela é o instrumento, mas pelo jogo das palavras de que ela é o teatro. Posso portanto dizer, indiferentemente: literatura, escritura ou texto". (Barthes, 2000, p.16 - 17)
Com esse trecho, percebe-se que Barthes encontra na literatura a liberdade necessária para a criação da língua, uma vez que a literatura é transgressão. "As forças de liberdade que residem na literatura" vêm "do trabalho de deslocamento que ele exerce sobre a língua: desse ponto de vista, Céline é tão importante quanto Hugo, Chateubriand tanto quanto Zola". (Barthes, 2000, p. 17) É evidente que, mais que liberdade, a língua necessita de sabor e a literatura cumpre o papel de alimentar a linguagem escrita, a fim de minimizar seu aspecto protocolar. Disse Barthes: "Na ordem do saber, para que as coisas se tornem o que são, o que foram, é necessário esse ingrediente, o sal das palavras. É esse gosto das palavras que faz o saber profundo, fecundo". (Barthes, 2000, p.21)

Com isso, começa-se a distinguir língua literária da língua não-literária. A língua escrita, para alguns, deve obedecer a normas, regras pré-estabelecidas por gramáticos, deve ter coesão e coerência para se fazer entender por todos. Mas, o que é coerência? Para Ingedore, a coerência também deve estar ligada a um contexto, deve obedecer ao objetivo do texto (seja ele escrito ou falado), isto é, não basta escrever várias frases com sentido, é preciso escrever várias frases com sentido unitário entre as partes do texto, como se pode observar em:

A coerência está diretamente ligada à possibilidade de se estabelecer um sentido para o texto, ou seja, ela é o que faz com que o texto faça sentido para os usuários, devendo, portanto, ser entendida como um princípio de interpretabilidade, ligada à inteligibilidade do texto numa situação de comunicação e à capacidade que o receptor tem para calcular o sentido deste texto. Este sentido, evidentemente, deve ser do todo, pois a coerência é global. (Koch, 2001, p.21)
Além disso, vale lembrar que a coerência textual relaciona-se com a coesão do texto, "pois por coesão se entende a ligação, a relação, os nexos que se estabelecem entre os elementos que constituem a superfície textual" (Koch, 2001, p.40). Contudo, a coesão não é suficiente para atribuir sentido ao texto, esse papel é confiado à coerência. Assim, "podemos dizer que a coerência dá origem à textualidade, entendo-se por textualidade "aquilo que converte uma seqüência lingüística em texto". " (Koch, 2001, p.45) Nesse sentido, o texto será incoerente se "seu produtor não souber adequá-lo à situação, levando em conta a intenção comunicativa, objetivos, destinatário, regras sócio-culturais, outros elementos da situação, uso dos recursos lingüísticos, etc. Caso contrário, será coerente". (Koch, 2001, p.50)

Na verdade, não se pode esquecer de que há diferentes tipos de textos e que cada um tem seu esquema estrutural. Sabe-se que textos narrativos são diferentes de textos dissertativos que são bem diferentes de textos descritivos que, por sua vez, são diferentes de textos poéticos ou de textos dramáticos.

Seja como for, pode-se retornar à diferença entre texto literário e texto não- literário. O texto literário é aquele que transgride a barreira da linearidade formal e soma à sua estrutura recursos conotativos, levando ao receptor a possibilidade de significados variados. E entende-se por texto não-literário aquele que tem a função principal de comunicar algo de forma objetiva, fazendo uso da função referencial, utilizando, para isso, a linguagem puramente denotativa.

Para Bakhtin, a língua literária pertence a um sistema ainda mais complexo que o da língua não-literária, já que "obedece a outros princípios, que pertence a língua literária, cujos componentes incluem também os estilos da língua não-escrita". (2000, p.285) Para Barthes, a língua literária "tenta escapar ao seu próprio poder, à sua própria servidão - encontramos algo que se relaciona com o teatro" (2000, p. 28). Barthes, em sua reflexão, tenta retirar da língua seu caráter normativo e atentar para a liberdade de criação de quem escreve, pois compara a língua ao teatro, ou seja, ao drama (radical grego que significa ato, ação).

Portanto, não se pode negar que a língua, na sua modalidade literária, fecunda neologismos, signos, símbolos; mistura prosa e poesia para parir idéias de forma autêntica, seduzindo e dando prazer não só a quem escreve como a quem lê.

Como diz Barthes: "Pode-se dizer que a terceira força da literatura, sua força propriamente semiótica, consiste em jogar com os signos em vez de destruí-los, em colocá-los numa maquinaria de linguagem cujos breques e travas de segurança arrebentaram". (2000, p.28-29)

Por outro lado, é incontestável que, apesar da língua ser multifuncional, deve-se, até pela situação limítrofe de monografar a importância do ato de escrever, tratar de isentar aqui o papel da universidade e, com isso, do professor de língua portuguesa, para o estudo - aprofundado - da escrita literária, no ambiente acadêmico, caso esteja ele - o docente - lecionando língua portuguesa em um curso de engenharia, medicina, administração ou contabilidade, por exemplo. É importante ressaltar que não é objetivo do professor de língua portuguesa, nem da universidade, criar escritores de romances, de poemas, de crônicas, mas é sua função apresentar aos discentes diferentes tipos de textos e intenções para que estes saibam precisar a que estrutura da modalidade escrita devem recorrer quando solicitados a fazer um relatório, um projeto, uma resenha ou um ensaio acadêmico.

De qualquer forma, conhecimento nunca é descartável, no mínimo, atribui expressividade e, certo grau de criatividade ao texto não-literário. Além disso, em outro momento, mostrar-se-á a importância da leitura na construção da escrita. E, quando se pensa em leitura, pensa-se também, se não principalmente, em textos literários.

A Língua Portuguesa na Universidade

O aprendizado da nomenclatura dos elementos da língua acontece a partir da 3ª série do ensino fundamental e é reforçado durante as demais séries até o término do ensino médio.

Com o vestibular, cada vez mais interpretativo, a leitura começa a ganhar espaço nas aulas de língua portuguesa. Após a leitura de textos literários e não-literários, inicia-se um debate sobre a temática do texto que culmina com a proposta de elaboração de um texto sobre o assunto debatido. Difícil é receber todas as redações, pois muitos se esquivam da dramática tarefa de pôr no papel tudo que foi dito em sala.

A diferença básica entre o ensino médio e a universidade é que o discente universitário tem que colocar em prática o conteúdo que foi ensinado no ensino médio. No entanto, a língua portuguesa, nem sempre, foi ensinada da melhor maneira possível, isto é, com a intenção de, realmente, dar autonomia ao educando, a fim de que ele, agora, na universidade, saiba concatenar o conteúdo de todas disciplinas e possa elaborar um texto rico sintática e semanticamente.

É certo que as disciplinas são pluridisciplinares e não transdisciplinares. Não há aparente relação entre elas, nem dentro de uma mesma disciplina. Por exemplo, ensina-se ao aluno as orações subordinadas, mas o aluno não consegue usar conectivos, no seu texto, de forma correta. Ele só sabe, ou melhor, mal sabe dizer as nomenclaturas, como: " esta é uma conjunção adverbial concessiva." Ensina-se, na escola, ao aluno a pontuação, a separação silábica, as concordâncias e as regências verbal e nominal e, nem por isso, o universitário, aluno do ensino superior, consegue elaborar um "simples" texto. O aluno pensa que só se faz dissertação, no momento em que o professor de língua portuguesa assim determinar. O aluno não percebe que ao responder a um questionário de filosofia, ou de história, ele também está dissertando e deve, portanto, usar todos conhecimentos gramaticais aprendidos nas séries anteriores e deve utilizar seus conhecimentos de português, geografia, literatura, biologia, sociologia, enfim perceber as inter-relações entre as disciplinas.

Os alunos de universidades escrevem a todo momento, ou pelo menos, deveriam escrever constantemente, então por que eles escrevem tão mal? Por que não conseguem escrever textos coesos e coerentes? Por que muitas frases parecem estar desconexas? Por que os erros de pontuação, de ortografia e de acentuação são freqüentes no nível universitário? Será por causa da pouca, ou nenhuma, leitura extra-escolar? Será pelas facilidades do computador, com seu corretor ortográfico e seus softwares de concordância e regência? Será pelo relaxamento dos chats e e-mails, que sucumbem as vírgulas, os acentos e fazem uso de neologismos?

Não sabemos, mas é o que se quer descobrir também, o motivo da falência da expressão escrita. É imprescindível saber como são dadas, de fato as aulas de português hoje e como a produção de texto é incentivada e corrigida, se é que ela é tratada com destaque.

Portanto, o fato é que o ensino de língua portuguesa tem de passar por uma reformulação, ou melhor, deve seguir as novas exigências da educação e do mercado de trabalho, pois ambos defendem o fato de o aluno, ao sair da universidade, ser capaz de se comunicar a partir das modalidades oral e escrita com destreza e não com medos e erros que se igualam a erros de alunos dos ensinos fundamental e médio.

É preciso que os professores direcionem as aulas também para escrita, senão continuaremos tendo advogados com suas petições rejeitadas por falta de coesão e coerência; senão continuaremos a ler nos jornais e revistas palavras erradas; senão continuaremos ouvindo no rádio que já começou o "horário gratuíto"; senão continuaremos sem entender a receita que o médico acabou de passar, porque escreveu de qualquer jeito, uma vez que há muito tempo não escreve e, realmente, não se lembra mais de determinadas normas gramaticais. É preciso valorizar, novamente, a expressão escrita.
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