Cintia Barreto
Cintia Barreto
Nem sempre o que importa é imporante, | mas sempre serei eu o viajante

Peça - Herói

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Autoria: Grupo de Estudos Teatrais
Elenco: Dalmir Rogério Pereira, Nathália Bonilha, Otávio Oliveira, Rodrigo Stradiotto
Local: Casarão do Belvedere. São Paulo /SP

Herói

A apresentação de Herói, no Casarão de Belvedere, é a mais recente etapa de um processo iniciado em Julho de 2005, pelo Grupo de Estudos Teatrais. A peça busca uma abordagem de questões cotidianas, apresentando seis impressões acerca do mito do herói e sua influência no homem contemporâneo.

Durante o processo de elaboração de Herói, as cenas representadas por cada ator foram gradualmente se formatando distante do ideal heróico helenístico e se aproximando da abordagem de situações onde indivíduos são colocados diante da esfinge, e, para desvendar o enigma, entram em comunhão com sua bem aventurança, em atos que podem conduzir a uma condição mais madura ou à destruição.

O palco passa a ser o espaço alegórico da História, cuja realidade não são as imagens externas, mas a subjetividade apaixonada que a gera. A utopia se projeta como um futuro possível e o sacrifício do herói tem por função interferir e acelerar este processo.


(adaptado do programa da peça)

Minha Contribuição em Herói

Das seis cenas que compõem a peça Herói, tive o privilégio de ter o poema "Não Quero Flores" escolhido como influência para a cena de "Pandora acorrentada":
Cena: Pandora acorrentada

Atriz criadora: Nathália Bonilha
Super-objetivo: A busca pelo conhecimento do real e da liberdade.
Referências:
  • "Prometeu Acorrentado", Ésquilo;
  • "Mito de Prometeu", Hesíodo;
  • "Mito da Caverna", Platão;
  • "Clube da Luta", filme de David Fincher;
  • "Não Quero Flores", poema de Cintia Barreto.
Herói
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