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Quisera poder perpetuar | o sorriso de um menino...

Literatura Infantil e Educação: Práticas de Leitura no Ensino Fundamental

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Quando se pensa aqui em práticas de leitura, o que se quer enfatizar é a leitura de textos literários no ambiente escolar. Para refletir sobre tais práticas e sugerir atividades ligadas à literatura, é preciso entender o educador como alguém que conduz a leitura de forma prazerosa. Ele deve ser capaz de estimular no educando curiosidade, vontade e necessidade de recorrer a ela diversas vezes. Nesse sentido, a prática de leitura de textos, sobretudo, literários, no ensino fundamental, passa pela mediação do educador, seja ele o professor regente de turma, o coordenador pedagógico ou ainda o profissional da biblioteca.

Na verdade, a promoção da leitura é um compromisso de todos que participam do projeto educativo. É de suma importância que a família incentive essa prática, subsidiando atividades leitoras dentro e fora de casa. Não devemos culpabilizar ou responsabilizar apenas a escola. Compete não somente à escola o papel de incentivar a leitura, mas a todos que se sentem envolvidos no processo de formação de cidadãos autônomos, reflexivos, críticos e criativos. Certamente, a literatura infantil pode ser vista como um recurso pedagógico. Isso porque a partir da prática da leitura, como sugerem os PCN's, pode-se:

ampliar a visão de mundo e inserir o leitor na cultura letrada;
estimular o desejo de outras leituras;
possibilitar a vivência de emoções, o exercício da fantasia e da imaginação;
permitir a compreensão do funcionamento comunicativo da escrita: escreve-se para ser lido;
expandir o conhecimento a respeito da própria leitura;
aproximar o leitor dos textos e os tornar familiares — condição para a leitura fluente e para a produção de textos;
possibilitar produções orais, escritas e outras linguagens;
informar como escrever e sugerir sobre o que escrever;
ensinar a estudar;
possibilitar ao leitor compreender a relação que existe entre a fala e a escrita;
favorecer a aquisição de velocidade na leitura;
favorecer a estabilização de formas ortográficas. 
(PCN's, 2000: p. 64-65)
Da mesma forma, todas essas habilidades podem ser desenvolvidas por meio da leitura de textos literários. É preciso considerar a criança-leitora como um sujeito exposto a uma série de informações que transitam por diferentes veículos. Desde a década de 20, com a preciosa e volumosa contribuição de Monteiro Lobato, a literatura percebe a criança como um ser capaz de dialogar com o mundo adulto, compreender e estabelecer com esse uma relação crítica e dinâmica e não mais passiva e infantilizada.

Não podemos, dessa forma, confundir, o ser infantil (relativo à infância) com o ser infantilizado. Uma visão infantilizada da criança subestima suas competências e habilidades. A criança exige um texto de qualidade, com temáticas que a façam refletir, ou se divertir, mas, sobretudo, que a faça sentir prazer em ler e a buscar, com certeza, mais e mais leituras, ou voltar, mais e mais vezes, ao mesmo texto.

O livro infantil promove a criatividade, a criticidade e a sensibilidade do pequeno leitor. Isso porque o escritor criativo brinca com as palavras, permitindo à criança, perceber as várias possibilidades semânticas, sintáticas e fonéticas da língua materna. O aspecto polissêmico do texto literário deve ser considerado na hora da escolha de um título infantil. Vale notar ainda que o livro de poesia potencializa essas características e é um ótimo recurso lítero-pedagógico no processo de ensino-aprendizagem.

Na verdade, o livro infantil de qualidade observa a criança, seu conhecimento de mundo e sua capacidade de fazer associações e inferências. É preciso considerar no livro o projeto gráfico, as ilustrações e analisar se essas repetem ou complementam a história escrita, ampliando a capacidade de compreensão e interpretação da obra. Um livro de qualidade apresenta uma linguagem cuidada e tem valor estético. Muitas vezes, propõe trocadilhos, metáforas, provérbios, parlendas e jogos sonoros. Essas construções observadas e decodificadas contribuem para a formação do repertório literário do pequeno leitor.

A fim de pensar ainda a respeito da qualidade do livro escrito para crianças, faz-se mister atentar para as provocações estéticas do leitor, para a adequação do texto à faixa etária, mas, sobretudo, ao desenvolvimento cognitivo do educando. A pertinência temática, a proposta ficcional ou poética, a construção da narrativa, do cenário, das personagens e a função mediadora do educador são outros elementos que devem ser analisados antes de uma proposta de atividade de leitura seja na sala de aula, sala de leitura ou na biblioteca escolar.

É fundamental que as crianças possam escolher os livros. Para isso acontecer de forma democrática, é necessário que o educador saiba reconhecer um livro de qualidade, independente do gênero literário, para poder disponibilizar títulos que, com certeza, contribuirão com as experiências literárias dos educandos.

Para formar leitores, é preciso romper os muros que separam a escola do mundo lá fora. A escola é um espaço dialógico e não deve estar confinada a sua própria delimitação física. É preciso sair, levar os alunos a espaços que possibilitem um diálogo entre teoria (o que está sendo falado ou mostrado em sala de aula) e prática (o que acontece de fato na e com a sociedade).

Ampliar os horizontes do aluno é papel do professor, do educador. Cabe aos profissionais da educação sugerir, instigar, revelar lugares e situações que possibilitem aos educandos vivenciar experiências que promovam o conhecimento e estimulem a curiosidade. Aliás, curiosidade é a palavra de ordem neste momento. Não há como alguém gostar de ler, de escrever, se não é um ser curioso, sedento por conhecimento, cheio de dúvidas, de lacunas a serem preenchidas.

Para tanto, levar os alunos a espaços culturais, sem pressa, sem culpa, sem medo, sem que isso se transforme numa atividade com data de validade e nota a ser acrescentada ao diário de classe, faz-se urgente. A atividade extraclasse deve ser um momento prazeroso, um tempo em que a barreira entre professores e alunos é rompida. Nesse instante, são todos parceiros diante de descobertas, são todos sujeitos que aprendem juntos um novo assunto, vivenciam uma experiência.

Não se quer aqui menosprezar a avaliação. Quer-se apenas lembrar que há diversas formas de avaliar o aluno (e de se auto-avaliar). Não precisamos atribuir valores numéricos a tudo, mas, é claro, que estamos avaliando, conceitualmente, a nós, aos alunos e ao processo de ensino-aprendizagem o tempo todo. A avaliação deve ser um meio que está presente do início ao fim de todas as práticas envolvendo docentes e discentes, mas nunca um fim.

Avaliar a leitura de textos literários não é tarefa fácil hoje. Recorrer a fichas de leitura, a perguntas redundantes e a questões de relacione as colunas, enfatizando frases a seus respectivos personagens, é subestimar a capacidade de compreensão e interpretação do leitor e é, acima de tudo, privá-lo de análises mais profundas a respeito da obra. Ao contrário disso, é preciso propor práticas que considerem o sentido global do texto, que possibilitem a criança perceber as intertextualidades presentes na obra, que façam o leitor observar como o autor apresenta o tema, como ocorreu a escolha lexical, a construção lingüística, a composição das personagens, qual é a interação da ilustração (texto imagético) com o texto escrito. Observar os detalhes das imagens, os traços, as cores e a disposição das ilustrações nas páginas também podem ser atitudes mediadas pelo professor. Dependendo da faixa etária ou do repertório literário do educando, será possível ainda recorrer a outros elementos para análise do texto.

Na sala de aula, as práticas de leitura devem acontecer de forma natural, sem obrigação de nota no bimestre. Estratégias de incentivo à leitura precisam sair do papel e participar do cotidiano escolar. Para tanto, é imprescindível que o professor regente de turma saiba escolher livros de qualidade e apresente aos alunos variedade de gêneros e de temas. No ensino fundamental, poemas, cordel, lendas, fábulas, contos de fadas, contos populares, livros de imagem, textos teatrais devem estar presentes nas atividades de leitura. História e tiras em quadrinhos também precisam dialogar com os textos literários. Aliás, vale lembrar que já há excelentes adaptações de clássicos da literatura em formato de história em quadrinhos.

O espaço da sala de aula pode funcionar como um espaço diálogo entre a obra e o leitor. Para seduzir os alunos do ensino fundamental, o professor tem que fazer uso de sua criatividade e criar uma ambiência lúdica em torno do ato de ler. Levar cestas com livros, fazer leituras partilhadas e contação de histórias são rituais de leitura imprescindíveis na sala de aula. Antes de realizar atividades na sala de leitura ou na biblioteca; na sala de aula, o professor pode conferir o conhecimento prévio dos alunos a respeito da temática de um livro sugerido ou sobre determinados gêneros. Isso pode acontecer por meio de debate e explanação teórica. Num segundo momento, a turma pode realizar a prática de leitura na sala de leitura da escola, espaço convidativo a tal atividade.

Na sala de leitura, pela própria natureza do local, é possível desenvolver atividades avançadas. Equipada e planejada para propiciar práticas de leitura e escrita, a sala é um espaço integrado à biblioteca e à sala de aula. A pessoa responsável pelo lugar deve estar ciente do planejamento do professor regente de turma e também planejar ela mesma atividades que incentivem os educandos a procurar novos títulos que não tenham sido solicitados por professores.

Cabe destacar que a promoção da leitura e a formação de leitores no espaço escolar são propostas básicas no processo de ensino-aprendizagem. Alunos que conhecem e reconhecem textos e autores diversos, mais facilmente compreendem novos textos. Essas tarefas podem e devem ocorrer também na sala de leitura. Vale ressaltar ainda que algumas escolas não possuem biblioteca, mas possuem sala de leitura. Sendo assim, esse espaço assumirá o papel de disponibilizar um acervo representativo de leituras variadas, contribuindo com a construção do aluno-leitor.

Na biblioteca escolar, é preciso proporcionar um ambiente de leitura agradável. Por meio da criação de espaços agradáveis para o convívio com os livros e demais suportes de leitura e diversidade de linguagens, é possível oferecer ambiências de leitura. Para tanto, podemos utilizar: tapetes, almofadas, cadeiras confortáveis, cestos com revistas e jornais, baús com gibis e livros, quadros, cartazes com citações e frases de incentivo à leitura, espaço colorido, estande ou prateleira com novidades.

Um espaço adequado para ler ou ouvir com prazer uma boa história, discutir idéias e trocar experiências faz a diferença no momento em que se pensa em seduzir crianças para o mundo da leitura. Na verdade, é imprescindível mexer com o pré-estabelecido. Para que isso aconteça, deve-se revitalizar o espaço da biblioteca escolar, a fim de permitir e, inclusive, incentivar a permanência dos usuários no local.

Outro ponto importante é qualificar o profissional encarregado da biblioteca. Esse deve ser, de fato, um leitor voraz e apaixonado por livros. Somente uma pessoa que realmente goste de ler conseguirá incentivar a leitura no ambiente escolar. Ela deve ser vista, algumas vezes, lendo. Além disso, deve ter um bom conhecimento a respeito dos gêneros textuais e deve conhecer um bom número de autores e obras.

Precisa ainda ser um sujeito criativo e gostar do contato com o público. Deve ser alguém que ocupa o espaço para fazer a diferença, para trocar idéias, para orientar o usuário e habilitado a sugerir leituras e a conduzir pesquisas. Dessa forma, será capaz de modificar a atual condição da biblioteca escolar. Um educador comprometido com a prática pedagógica está apto a alterar certos conformismos.

Para uma constante atualização desse profissional, é preciso que a escola disponibilize palestras, cursos e eventos com temáticas relacionadas à leitura, à literatura, à escrtita, bem como à organização da biblioteca. Esse profissional deve ir a muitas outras bibliotecas (particulares e públicas) e ser assíduo freqüentador de livrarias e sebos. Isso lhe dará mais subsídios para fazer constantes alterações na biblioteca, dinamizando-a e atraindo mais usuários.

O profissional encarregado da biblioteca deve trabalhar em conjunto com os professores regentes de turma, mostrando tendências de pesquisa, de leitura e ainda divulgando os materiais e livros mais procurados. Ele pode ainda apresentar as novidades da biblioteca à comunidade escolar, a fim de que sejam realizadas novas práticas no espaço. Por isso, ele é uma presença imprescindível no conselho de classe e na elaboração do projeto político-pedagógico da escola.

Este educador precisa pensar a biblioteca como um espaço de diálogo entre autores e leitores, entre o conhecimento e a autonomia discente. A biblioteca escolar é um excelente espaço para a promoção de práticas criativas de leitura, práticas que agucem o desejo de conhecer algo novo. Instigar a curiosidade discente a partir de textos variados é suma importância. Quanto mais diverso for o acervo da biblioteca, mais ela atenderá à comunidade escolar marcada pela pluralidade.

É curioso notar que é justamente essa pluralidade que permitirá atender à singularidade. Uma biblioteca atenta para essa urgência será capaz de fazer a diferença no desenvolvimento do currículo e proporcionará um avanço no processo de ensino-aprendizagem da comunidade escolar.

Nesse sentido, vale lembrar que Maria Helena Martins em O que é leitura (2006) aponta três níveis de leitura: sensorial, emocional e racional. A leitura sensorial é manifestada pelo tato, visão, olfato, audição e gosto. A leitura emocional lida com sentimentos. Esta fala à emoção, há uma identificação do leitor com a obra sem necessidade de analisar como o texto foi elaborado. Já a leitura racional enfatiza o intelectualismo e analisa o texto isolado do contexto e da emoção. Esses três níveis devem ser considerados na hora de se propor alguma atividade leitora.

Para promoção e prática de leitura na biblioteca escolar, propõe-se aqui algumas atividades:      

Conhecendo o acervo da biblioteca: os alunos vão à biblioteca escolar e lá são recebidos pelo encarregado dela. Esse, tal qual um guia turístico, apresenta as seções de livros e narra pelo menos um exemplo de cada gênero, a fim de aguçar a curiosidade do usuário para os diferentes tipos de texto. Essa atividade proporciona ao usuário conhecer o acervo da biblioteca e auxilia a exploração do espaço durante o ano letivo.

Quem procura acha: nesta atividade, o professor distribui algumas indicações de leituras, respeitando o sistema de catalogação da escola e solicita que os alunos as encontrem nas estantes. Isso promove autonomia aos usuários.

Deu rato na biblioteca: os alunos são instigados pelo encarregado da biblioteca a achar livros antigos (de gêneros variados: romances, contos, crônicas, poesia, livros de arte, biografias etc.). Com os livros nas mãos, os usuários farão uma pesquisa mais aprofundada sobre a época em que aquele livro foi escrito, bem como seu autor e a obra. O resultado pode ficar registrado depois num mural dentro da biblioteca. Quem sabe sua biblioteca não possui um livro raro que será descoberto ou re-descoberto pelos alunos. Essa atividade proporciona a valorização do acervo como um todo e possibilita a prática da pesquisa.

Troca-troca literário: os alunos de uma turma levam livros de literatura usados e trocam com colegas de outra turma. O troca-troca é mediado pelo encarregado da biblioteca que organiza como ocorrerá o desenvolvimento da atividade. O educador poderá antes da sessão de troca fazer uma pequena introdução sobre a importância da atividade. Isso possibilita a socialização dos alunos e de suas leituras.

Na caixa-postal: o professor solicita que os alunos escrevam cartas com teor crítico a respeito de leituras feitas na biblioteca em dias anteriores. Nas cartas, os alunos indicam ou não indicam a leitura de tais livros e textos, argumentando, ou seja, apresentando argumentos que comprovem sua indicação. As cartas serão depositadas em grandes "caixas de correio" que serão confeccionadas pelos professores e alunos. Serão duas caixas; uma para leituras indicadas e outra para leituras não indicadas. Essas caixas farão parte dos materiais da biblioteca. Isso estimula a produção de textos críticos, proporcionando ainda a percepção de tendências e gostos de leitura por parte dos alunos.

O meu, o seu, o nosso: o professor pode solicitar que cada aluno compre um livro de uma lista apresentada por ele (ou do gosto de cada um). Os livros circularão pela turma num sistema de empréstimo de forma que todos leiam os livros até o fim do ano letivo. Ao final, os livros serão doados para a biblioteca da escola, a fim de que todos tenham acesso, no ano seguinte, aos livros sem exceção.

Conheça minha história: o professor (ou o encarregado da biblioteca) solicita que sejam escolhidas biografias de escritores, pintores, cientistas, artistas etc. Após a leitura, em duplas, das biografias, além de um dia de apresentação dos textos, os alunos produzirão suas próprias biografias. Essas biografias serão elaboradas em forma de livro, confeccionado artesanalmente pelos próprios alunos. Nesse momento da confecção, a criatividade será chamada à ação.
Para práticas de leitura na sala de aula, na sala de leitura ou na biblioteca são sugeridos alguns títulos:

1. O presente de Ossanha – Joel Rufino
2. Gosto de África: histórias de lá e daqui – Joel Rufino
3. Em boca fechada não entra mosca – Fátima Miguez
4. Inventário do lobo mau – Fátima Miguez
5. Minha família é colorida – Georgina Martins
6. O menino que brincava de ser – Georgina Martins
7. Fica comigo - Georgina Martins
8. Procura-se Lobo – Ana Maria Machado
9. O príncipe que bocejava – Ana Maria Machado
10. A princesa que escolhia – Ana Maria Machado
11. Menina bonita do laço de fita - Ana Maria Machado
12. Correspondência – Bartolomeu Campos Queirós
13. Cena de rua – Ângela Lago
14. Zoom – Istvan Banyai
15. Um caldeirão de poemas – Tatiana Belinky
16. Menina Nina – Ziraldo
17. A bela borboleta – Ziraldo
18. Sapato furado – Mario Quintana
19. Quase de verdade – Clarice Lispector
20. O amigo do rei – Ruth Rocha

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