Cintia Barreto
Cintia Barreto
Poema Byroniano

Poema Byroniano

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Não verão teus finos olhos,
meus lamentos e lamúrias.
Vou então à cova funda,
enterrar meus pensamentos.

Como os vermes vão ficar
E hão de saber amar
em meio às larvas
e à escuridão.

Depois ,
Quanto tudo estiver
calmo e tranqüilo,
teus filhos verão
a luxúria e a exatidão
de um amor louco acabado
com camisa e short rasgados,
jogados pelo salão.
Há de dar passagem à loucura,
à eloquência e à formosura
do rapaz que jaz
no chão.
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